No silêncio da multidão
Envaidece meus gritos
Resplandece o céu
Seguir a mesma direção
Turvas estradas da vida
Escassas na leitura da alma
Entristece os semblantes
Retirado na face amarga
Sutil na peregrinação atada
Deixada atrás de mordaças
Abandonada nos vales
Exigida em falas enigmáticas
Mas nas acácias
De um tempo passado
Retirando suas mordaças
De um tempo apagado
Da vida tiro sátiras
Das lágrimas solto minhas falas
Palavras do caminhos nebulosos
Deixo minhas lágrimas ao solo
E mais puro fico
Dou sentido ao mito
Brinco no ruído do vento
Que no deserto me edifico
Mas no caminha da multidão silenciosa
Caminha com a calma da rosa dos ventos
Ultrapasso a realidade dolorosa
Que me ensina a viver em tempo sem templos
Caminho
Postado por
Simples De Coração
4 de dezembro de 2010


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