
Fatos constantes, simbologia da verdade
Honestamente não sei dizer
Hoje todos estão certos e eu errado
Casando não sei
Mas escaço de tando tentar ensinar
E no fundo vou sempre me perder
Rasgar a alma estilhaçar meu coração
Estupido e desencorajado
Amordaçado, deixado de lado
Ignorado, falando com as paredes
Resumo imperfeito
Atrapalhado e indireito
Sufucado nas palavras incompreensiveis
Meu corpo dói
Sinto ser arrastado por kilômetros
Minhas mãos sangram
Meus pés estão cortados pelos espinhos do caminho
Deixo um rastro de misério nos sentimentos
Serei eu podre ou lixo?
Ou apenas alguém que não sabe amar
Ser derrotado todos os dias por mim mesmo
Ter olhos vermelho sengue me observando
Dedos pontandos em minha direção
Estáfia é meu estado
Entrei em Stand by
Não consigo pensar direito
Coração desacelera
Escuto vozes, gritos e choros
Sinto algo me sufocando
Alguém aperta meu peito, massageia?
Por que?
O que está acontecendo?
Onde estão todos...
Não escuto mais
Ouço apenas um som, um apito
Estu cansado, velho
Sem forças pra lutar
Mas lutar contra o que?
Não sei,
Sinto algo escorrer em meu rosto
Será uma lágrima no meu rosto?
Não consigo abrir os olhos
Mas tudo está ficando mais calmo
Um silêncio invando minha alma e meu coração
Sinto-me fluturando, leve como pluma
Pronto tudo acabou, estou em paz
Descanço dos Mortais
Aqui se acaba

Aqui se acaba um sonho
Se foi num piscar de olhos
Nos julgamentos promicuo
Arrisquei intensamente
Tosdos meus dias
Tentando te fazer bem
Aqui se acabam as lágrimas
Evapora consequentemebte
Esvai-se na ignorância
Não por burrice
Mas sim por não saber o que fazer
E tudo foi perdido
Aqui se acaba a sinceridade
Por atos impensáveis
Ou por querer bem
Negamos fatos ou atos
Que em seu relato
Sucumbiu na mediocridade do entendimento
Aqui se acaba a ética
Por fazer coisas pra atigir
Que seja pra tentar
Mostrar a alguém seu valor
Ou tentar esquecer um amor
Sempre estará ao dispor
Aqui se acaba o que chamamos de sentimento
O raciocíno desbravou e cansou
O racional adoeceu-se
O sentimento enlouqueceu
Cegou e matou a verdade
E tudo foi além da intensidade
Aqui se acaba a intensidade
Das coisas que aconteceu
Você enterrou seus ouvidos
No mais fundo deserto
Certo do incorreto
Mas feito por medo ou decepção
Aqui se acaba a paixão
Um santimento tão cobrado
Exigido tão forte as vezes
Que deixamos de ser nós mesmos
Pra viver a vida de outro
Mas não há nada a ser assegurado
Aqui se acaba o amor
Algo tão solitário
Infame as vezes, mas muito desejado
Onde um só ama e ou outro...
Saber com agir ou o que querer
Muitas vezes só quermos ser cuidados
Aqui se acaba mais um vida
Vida qual não se importa
Trota ou não mas é uma vida
Agimos impulsivamente
E honestamente não sei o que ficou
Se passar, passou, mas e seu coração será que mudou?

