Ando sem rumo sem mundo
Entre asfaltos e terras
Não quero ouvir o que devo fazer
Prezei-me demais
Seu tivesse sido mais flexível
Ainda estava em paz
Aqui ou lá
Falar, pensar e prezar
De boca fechada murmurando palavras
Das quais discretas não são
Tão poucas melancólicas
Mas verdadeiras
Se de teu olhar
Me partisse em verdades
Aprenderia o que é voar
Poderia até roubar o mundo
E no egoísmo ser só seu
Troado eu, sonho distante
Bastante de mim ficou pra trás
Não sou tão criança
Muito menos tão velho
Pata ter minhas dúvidas
Eu espero em cálices
Que um dia, a minha verdade
Consiga cruzar a linha imaginária
Que colocamos entre nós
Pois sei pra onde voltaremos em nossa imaginação
Cálices
Postado por
Simples De Coração
17 de julho de 2010


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