´´Quando a mediocridade chega ao nossos corações, só nos resta sucumbir na ignorância!``

Este log tem a finalidade de mostrar minhas experiências errantes em poemas, versos e prosa. Deixando aqui nada mais nada menos um pouco de mim. Enfim fiquem a vontade e deixem suas opiniões e seus comentários. Abraços!!!

Meu Jardim


As flores do meu jardim
Foram plantadas com carinho
Regadas com amor e paixão
São pra você até o fim

Decorei minha sala
Com minhas pupilas
Para que desde o chegar ao sair
Te guarde em minhas retinas

Enfeitei minha alma
Com essência humilde
Do por do sol de nossas vidas
Lhe mostre a minha sinceridade

Te levarei aos campos
De intensas rosálias
Na sultileza dos bosques
E na pureza de nossas almas

Que nos purifique
Que nos permita viver
E que a cada dia me indique
Como nos unir nós dois em um só ser

E que neste jardim
Fique plantado nossa verdade
Guardada em cada fragência o nosso sim
E mesmo depois de descansarmos em paz, sejamos feliz na eternidade.

Apenas cansado

Hoje acordei com lágrimas nos olhos
Com a dor de quem perdeu o mundo em seus pés
Na falta de uma esperança que nunca tive
Esperando que mais um dia acabe
Cansado destes dias nebulosos
Do uso escaço das palavras insanas
Cansado de ver o ser humano
Valorizar somente seu própio umbigo
Da promisquidade serena e tão comum hoje em dia
Do uso corporal e o abandono dos sentimentos
Da satisfação sexual
De palavras infundidas do raciocíneo
O abandono de sentimentos puros
Se afungentar nos caminho mais curtos
Mas tão solitário a ponto de se escabir
Só estou cansado de tudo quero paz
Mesmo que pra isto tenho que chorar
Por deixar ou abandonar pessoas que eu amor e quero bem

Chove lá fora
E eu aqui esperando
Um sinal de vida
Está frio,
Mas meu corpo queima
Em febre de quarenta graus
Mas sei que não é febre
Minha mãos soam
Ao contrário do meu corpo
Elas estão geladas e tremulas
Vou a lugares
Que nem pode imaginar
Viajo ao mundo todo
Com você, e você com quem?
Quem te levou lá?
Só pra mim encontrar
Será? Sei lá...

Poucas palavras

Negligente ou infame
Não sei, só sei que dói
Me falta o chão
Transpiro alto teor de êxtase
Dói minha cabeça
Meu corpo
Meus nervos já não são de aço
Se até o aço se rompeu
O sangue ferve queima em minhas veias
Fico zonzo me falta ar
Está frio aqui
E lá fora faz quarenta graus
As paredes do meu quarto me espreme
Ouço ruídos, vozes
Meus joelhos estalam
Não me suporta ao andar
Em meu jazido descanso
Sem mais o que dizer
Besta sou eu, em falar isto tudo
Sendo que posso dizer o que sinto em poucas palavras
Eu te amo sinto muito sua falta

Estou assim

Palavras ausentes
Gestos pálidos
Meu jeito criança de ser
Confundi na esperança
Na vontade de ser eterno

Amor dilatado
Pregado em placas
Que te informa onde estou
Sem remissão mas você nem percebe
A nuvem que cobre meus olhos

Em curvas estratégicas
Coloco meu coração
Na humildade do meu querer
Sem saber na verdade
Se irá fazer sol

Saudades vem e vão
Ah! São só saudades
Isto passa
Como você passou

Bateu e arrebatou
Me deixou estirado no chão
E sem mais nenhum gota de sangue
Eu suplico por ajuda m vão
Fecho os olhos e começo tudo de novo

Se ainda amo você

Caminhar
Sem saber
O que esperar
O que vai ser

Só sonhar
Tentar fazer
E melhorar
Se o sol nascer

Se vai chover
Melhor esperar
O dia viver
Pra caminhar

Se o amor é maior
Sei que não dá pra dizer
Eu não posso esconder
Se ainda amo você

Acordar
Poder te ter
Te abraçar
Seu beijo ter

Não sonhar
Poder te ver
E forças dar
Pro sol nascer

E se chover
Farei parar
O dia viver
Pra caminhar

Tudo bem

Espelhos quebrados
E você ainda está tudo bem
Pulsos rasgados
Vejo a vida ir mais além
Sonhos deixados
Em vontade de um outro alguém
Vivo sozinho
Esperando que a lua me traga alguém

Mas tudo bem, mas tudo bem, tudo bem
Sentado na soleira da porta
Esperando você voltar
Mas tudo bem, mas tudo bem, tudo bem

Retratos rasgados
Foi o que você deixou
Lembranças e marcas
Jogadas no meu quarto
Por causa de um erro meu
Fechou os olhos e não quis me ouvir
Por causa de um medo seu
Você me deixou, e estou aqui

Sapatos

Em noites pálidas
Com sereno da chuva
Os vidros da casa embaçados
A chuva cai fazendo um barulho conhecido
Parecido com lágrimas caindo
Sobre meu sapatos

O engraçado disto tudo
É que com um pano
Podemos limpar
Tirar toda sujeira
Que podemos encontrar

Só sei que na próxima vida
Desejarei seu um sapato
Pois um dia ao ser trocado
Não me sucumbirei em sofrimento
E acima de tudo não encharcarei mais
Os panos de água seja qual for o motivo

Sonhos

Que lindo está meu quarto
Noites frias e quentes
Pra mim não importa
Você está aqui
Como é agradável
Conversar até ficar altas horas
Ou então fazer batuque em um caderno velho
E depois olhar no fundo de seus meninas brilhantes
E conseguir tirar suspiros seguindo seus olhos
Sentindo seu rosto na palma da minha mão
E com olhos cheios d´agua
Poder dizer que eu te amo
E ouvir um preciso de você
Me faz ganhar o mundo
Em poucos segundos
Me perco em seu calor
E no final ter um beijo
E te desejar um boa noite
Que pena que isto só acontece em meu sonhos
Me desperto sorrindo
Por que hoje você veio me visitar
Foi apenas um sonho
Isto é meu e ninguém pode me tirar

Lembranças

Serena como a brisa
Das manhãs de primavera
Chega sem bater
E simplesmente entram
Doe a quem doer
Sempre me trazendo lágrimas ou sorrisos
Suspiros que emplacam
Em minha atitudes
Me ensinando
Que a cada passo a cada esquina
Me deparo com tais sentimentos
Bruscamente me arranca e felicidade
Em outros momentos
Me torno um chato
Pela felicidade inigualável
Transpasso-me na ilusão
De que tudo passou de um mal entendido
Estendido neste solo
Aqui estão elas novamente
As lembranças

Amanhã

Em uma noite silenciosa
De sombras obsoletas
Fantasmas vem me assombrar
Um sorriso um olhar
Por onde a rajada de vento
Insiste em abrir minha janela e me mostram
Que mesmo em noites tempestuosas
Podemos ser felizes
Pois só o dilúvio pode renovar
Assim como as lágrimas
Pode lavar a alma e varrer a tristeza
E nos mostram que após
Um dia tenebroso
Virá um amanhã renovado

As feridas

Vemos luzes e olhares
Dispersos além do que podemos ver
O que podemos ver
Se estamos cegos obcecados
E não enxergamos a nós mesmos
Apenas nos jogamos ao nada
E do nada fazemos estar
Em um mundo de faz de conta
Onde não existe impossível
E que tudo é complexo
E dificulta os sorrisos
Impede que nossas lembranças
Nos deixe viver e amar
O passado retorna em sua face
Te impede de sonhar
Sentir o toque do sol em sua face
Não permiti que a chuva lave sua alma
E que a brisa os maus pra longe de ti
Apenas vos deixe levar por palavras
Mas sei que um dia
As feridas vão cicatrizar
E você vai voltar

Cálices

Ando sem rumo sem mundo
Entre asfaltos e terras
Não quero ouvir o que devo fazer
Prezei-me demais
Seu tivesse sido mais flexível
Ainda estava em paz

Aqui ou lá
Falar, pensar e prezar
De boca fechada murmurando palavras
Das quais discretas não são
Tão poucas melancólicas
Mas verdadeiras

Se de teu olhar
Me partisse em verdades
Aprenderia o que é voar
Poderia até roubar o mundo
E no egoísmo ser só seu

Troado eu, sonho distante
Bastante de mim ficou pra trás
Não sou tão criança
Muito menos tão velho
Pata ter minhas dúvidas

Eu espero em cálices
Que um dia, a minha verdade
Consiga cruzar a linha imaginária
Que colocamos entre nós
Pois sei pra onde voltaremos em nossa imaginação

Convite com carinho

Nesta sexta venho de alma e coração
Te convidar a ser feliz
Que seja somente esta noite
Venha sorrir e brincar
Que sejamos apenas um
Que sejamos amantes e cúmplices
Venha me faça renovar minha esperança
Venha segura minha mão
Confie em mim
Que seja a ultima vez
Degustar o melhor do amor

Poeta

Partir, pedir, palavras e poetas
Estar só, mas acompanhado
Chorar só, mas estar sorrindo
Solitário, sincero e intrigante
Entender-me não consigo
Te entender pior ainda
Poder e não querer
Querer e não poder

Desejar, sentir e amar
Se no peito bate um coração não sei
Mas ainda a cada batida formam palavras
E de palavras frases
Fáceis ou não
Vindo da cabeça ou não
Procurando em um dicionário
A mais perfeita interpretação

Ser, existir ou prever
Viver com certezas
Apenas viver
Ser o que é
Ou procurar o concreto
Mas deixa-se levar pelo o abstrato
Viver em terras firmes ou apenas voar

Eu poeta?
Não é apenas o que sinto

Desabafo

A respectiva insanidade de atos infames,
Transforma um homem certo em nada,
Que nos prazeres incertos e na ignorância
Fazem da beleza das flores em campos secos e escuros.
Mas nada que a esperança e a fé em si mesmo
Possa substituir os campos escuros sem vidas
Em plantações d rosas e margaridas.
Olhe nos olhos,
Abra um sorriso.
Você vai ver como tudo pode mudar.

Escolhas

Em passos largos
Prossigo a caminhada
Certezas não sei quais
Das quais escondo minha razão
Infame talvez, não sei
Em passos firmes
Ando em chão batido em saibro
Empoeirando meus cabelos
Irritando meus olhos
Me impedindo de ver mais além
Mas além do hoje, o que devo ver?
Se pergunto o que devo fazer
Sempre dizem o mesmo,
Escolha entre o coração e a razão
Entre o sol escaldante e a tempestade
Prossigo sem desviar do meu caminho
Agora sei o que fazer
Penso com minha razão
Mas ajo com o coração

Traição

Menina tímida
Reprimida em seu sentimentos
Sempre me disse que era inocência
Coração puro impecável
Me fez acreditar
Em um mundo
Certo de certezas
Amores reais
Sem limites fatais
Olhando em meus olhos
Me fez acreditar
E como uma criança
Me faz acreditar em sua promessas
Das quais sem saber
Que nunca seriam cumpridas
E você e seu orgulho
A ironia e o egoísmo
E com outro alguém
E a mim?
Mas nada
Apenas vou embora, agora

Sem Fim

Meus pés afundam
Na lama criada
Pelas minha lágrimas
Que insiste em encontrar o chão
E atropelo meus passos
Com meus olhos
Na ânsia de chegar
Ao meu ponto final
Mas tenho medo
Que no final seja o começo do abandono
E tenho que começar a caminhada novamente
Tomando outras faces
Em outros sorrisos
Me encontrando cego
Buscando luz
Que não existe
Ou que perdi
Por não manter a chama acesa

Porque esconder

Meus olhos já não querem mais abrir
Me sinto embriagado
De um sorriso opaco
De um sono que não tenho
Ecoam os cantos dos pássaros
Em pegadas submersas
Em imaginações fúteis
Em desejos semi-reais
Autrora linda e bela
Por que foges de mim?
Como se eu não fosse digno de ti
Abriste um sorriso
A ponto de se mostrar ameaçada
Pelos mesmo motivo que se esconde
Dos olhos de quem te ama

Recomeço

Do céu fiz
Meu leito noturno
Seguindo tentando não olhar pra traz
Sábias palavras dos ignorantes
Que no crepúsculo
Desbrava com voracidade
O intimo dos seus sentimentos
Cala-se quando sem razão
Pois do contrário
Lutas de peito aberto
A punhais e espadas
De aço cromo
Inventa-te novamente
Restaura-se na busca
De si mesmo e nota-te
A força que tens
Para começar tudo novamente
E não deixas o príncipe da escuridão
Reinar e cada manhã
Seja fiel a si mesmo
E mais nada

Apenas Sinta

Vem meu bem
Que quero te conquistar
Através das montanhas.
O sol nasce
A luz do luar
Vem comigo passear
Lindos momentos
E novamente nos amar
E o meu mundo
Não existe sem você
Não quero mais caminhar só
Mas não me procure
Apenas me sinta
Na brisa suave
No escuro da madrugada
No amanhecer do inverno
No aquecer do novo dia
Enfim sinta as gotas
Da chuva beijar seu rosto
Como meus lábios
Uma dia fez
Vem meu bem

Por Você

Acordo e durmo
Pensando e você
Será que você
Ainda não percebeu
Que faço o que for preciso
Luto contra tudo e nós
Me cortejo em mar de solidão
Por você e pra você ser feliz
Mas faço de tudo um pouco
Vivo um pouco do nada
Só por você
Será que você
Ainda não percebeu
Que preciso
De um novo começo?
Eu só quero poder te amar

Acordo e durmo
Pensando e você
Será que você
Ainda não percebeu
Que faço o que for preciso
Luto contra tudo e nós
Me cortejo em mar de solidão
Por você e pra você ser feliz
Mas faço de tudo um pouco
Vivo um pouco do nada
Só por você
Será que você
Ainda não percebeu
Que preciso
De um novo começo?
Eu só quero poder te amar

Nós fomos nós

Cálculo exato
Com um mais um são dois
Palavras lindas
Que esconde sua verdade
Como sentimentos em desordem
Olhar através da janela fechada
E enxergar você chegando
Que nem a aurora ofusca
Busca a mim a verdade nua e crua
E crua foi como te encontrei
Te reguei com carinho e amor
E cru estou
Depois da batalha
Talha minha saliva
Que prega no céu da boca
E me impede dizer
O que sinto,
E sinto o quanto não ah em nós
Nos somos o que fomos
Apenas não fomos o que somos

Passam-se as horas
E pouco tempo me resta
Para que eu possa
Transpor minhas palavras
Em sentimentos
E poder ter mostrar
A verdade que corre
Em nossas veias
Que pulsa como aquela antiga canção
Como asteróides
Que sucumbam na terra e no mar
Criando buracos em um espaço
Em mim.

Mulher menina... menina mulher...

Mulher a amiga
Apaixonada, com suas razões
Amoroso e medrosa
Sentimental e dura
Colosso são seus olhos
E de sorriso impávido

Mulher feminina
Que conquista e ama
Que beija com sentimento
Ou apenas passar o tempo

Mulher sensual
Atraente que me deixou
Estático em você

Mulher menina
Que se esconde com medo de si mesma
De sentimentos que floresce em seu peito

Mulher menina
Decididas mas com suas dúvidas
Quer amar sem compromisso
Quer um só pra si
Mas sua boemia curta e fere

Menina mulher um dia
Um dia você vai perceber
O quanto te amei

Está Tudo Bem

Está tudo bem
Permaneço fiel a mim
Caminho acreditando no impossível
Caminhando sobre meus cascos
Permaneço frágil a você

Está tudo bem
Confiante em minhas palavras
Caminhando na estrada
Sem dizer uma só palavra
Mas sei que forte estou em minha alma

Está tudo bem
Olhe pra mim, você vai ver
Acredite em minhas palavras
Inacreditável ou não
Ms acredite, sei me cuidar e você

Está tudo bem
Voe diz
Então por que os olhos cheios d´agua?
As mãos tremulas, a boca seca?
Insisto e você não quer conversar

Daquelas Cartas

Daquelas cartas
Sobrou suspiros
Cânticos suspensos no ar
Vogais sentimentais
Não mais, tanto faz
Elas não podem mais me levar

Daquelas cartas
Ficou sorrisos
Lágrimas
Lembranças
De tudo que passou
Ficou o basta e nada mais

Daquelas cartas
Que trouce tanta paz
A força de viver
Não me mostrou mais nada
E a vontade de ter querer

Daquelas cartas
Ficam folhas
Manchadas pelo tempo
E que o vento as leve daqui
E que as entregue a você
Pois foram feitas pra ti a nada mais

Mas um dia vem
Procuro qual razão deste
A anos procuro
Mas o que procuro?
Sei lá, só quero viver
E o que é viver?
É apenas caminhar, enxergar e tocar?
Ou ter um espírito que nos mantém vivos?
Ah! Sei lá
Só sei que vou continuar aqui
Mesmo que eu tenha que me jogar
Em um esquife, mesmo que vivo
Mas olha lá quem vem1
Nada real, mas vem novamente
Ela vem, a esperança
Me peã e revive o que morreu
Como anjo caído, tu me entras
Passa tempo, passa tempo
E me pergunto qual ensinamento tive com isto tudo
- e digo: ´´estou aprendendo a viver...

Não venho dizer que é melhor assim
Se você mesma não sabes onde queres chegar
Caminha sobre areia movediça
Se transforma em pessoas que você odeia
E no seu ninho de cobras
Palavras um pouco de seu próprio veneno

Me feres e lhe tortura
Por medo d que?
Será que por amar?
Ou por medo de deixar de gostar?
Você mesma me disse:
´´que seja da vontade de DEUS``
E sem chegar a hora, e mesmo assim você brinca de ser DEUS

Dissestes que precisas de mim
Mas quando ofereço minha ajuda
Você simplesmente me joga em um esquife
Com uma sutileza errante
E em um espavento
Me jogas na teia fria do amor
Só é eterno

O que você entende de amar?
Se pra você amar não é amor?
Assim como a felicidade pra você
Não é estar com quem se ama
Sim fazer de você
Apenas mais um corpo
Sobre um vasto terreno

Com beijos falsos
Na madrugada
Na carona de um desconhecido
Que deseja somente um prazer
Que pena novamente enganada
Tão acompanhada e tão só
Que ironia você me diz
E eu lhe peço não prostitua seus sentimentos

Olha pra você
Uma anjo caído
Derrotada pela sua própia gana
Retorna ao passado
Compara demônios com Santos
Noite com dia
E me transforma
Em seus maiores medos


08/10/06

São 00:35 da madrugada
Vejo tu, um filme e tal
Escuto a chuva no telhado
E o meu lado sentimental
Escorre junto a água
Que cai do telhado

Destas noites só
Vivendo de amarguras
Que latejam nas pontas dos meus dedos
Como morcegos vivos a noite
E adormeça ao dia
Escondendo minha face

Na penumbra disfarço
Minha tristeza
Irradiante com sol
E na escuridão
Quero escorchar seu intimo
E ser parte de você

Vou espicaçar meu peito
Em delírios de febre
E no chão do meu quarto
Me deito procurando
Respostas das perguntas que você deixou
Novamente me isolo, mas de que?

Se Permita Viver


Não se prenda nas tristezas
Não se oprime no medo
Deixe se soltar
Se permita viver
E intenda o sentido de liberdade
Nõa procure quantidade
Busque qualidade
Sexo não é obrigatório
Não se diz uma necessidade
Necessidade é comer
Andar, enxergar, lutar
Gozar de boa saúde
É amar e ser amado
E ser Feliz
Não se fulgarize se alguém
Não lhe diz o que quer ouvir
Não diga Eu Te Amo da boca pra fora
Não seja leviano(a) com os sentimentos
Não permita que mandem em seus sentimentos
Mas seja recepitivo aos que te fazem enxergar o outro lado
Aprenda a escutar
Não seja duro consigo mesmo(a), ou então seja
Mas que isto seja para seu crescimento
Abra o coração para o que é bom
E o que não for bom guarde um dia vai ser útil
Enfim viva, conteple o belo seja feliz

Revolução Dolorida


Quero me tapar
Me esconder e afugentar
Tapar meu olhos
E cegar meus ouvidos

Costurar minha boca
Em refúgios mal ditas
Engolir meu veneno
Que queima em minhas veias

Cortarei minhas mãos
E guardarei meus pés
Aterrisarei em meu obscuro
E venenoso paladar

Rancarei meu olhos
Que não controla minhas lágrimas
Que não me fazem enxergar quem sou
E lança aos outros pouco da minha alma que restou

Lavarei meus pensamentos
Limparei toda lembrança, minha esperança
E os sucumbirei no esquecimento
E tentarei não tê-los de volta

Venderei minha alma
Ou darei aos carnicentos da podridão humana
Já que não à aceitas
Jogarei-á escuridão as rejeitas

Enfim circucisarei meu coração
Renovarei meus batimentos
Ou não já terei mais
E ainda te deixarei em paz

Descansar em Paz


Hoje não estou bem pra escrever
Estou cansado
Me sinto sem forças
Quero mais é pensar
Ou chorar sei lá
Só quero me desabafar
Conversar ou seja lá o que for
Nem eu mesmo estou me compreendedo
Não me escuto, não me falo
Meu olhos estão pesados
Minhas mãos formigam
Ahhh! Como queria ser melhor
Poder fazer tudo sem se preocupar comigo
Ou com os outros
Apenas sorrir...
Deixar que a vida passe
Amadureça constantemente
Que eu seja feliz ou não
Mas que tambám não faça mal
E que em tempos difíceis
Eu não seja injusto
Ou seja, mas com sabedoria
Que eu possa levar a luz
E a escuridão também
Mas só pra ensinar
E não para sucumbir alguém
E que possa mostrar que culpa
Não é um sentimento tão ruim
E que as vezes se faz necessário a mentira
E que a verdade pode decepcionar, magoar
Mas não matar, as vezes
Nunca se sabe quem sofre do coração
E se não sofrerem do coração
Pelo menos aprenda
Também sei que os anos serão cuéis
Ou não, mas só quero viver
Amando ou não
Mas apaixonado por mim
E que no fim dos anos
Tudo se apagará
Se perderá nas longas horas
E sei que a rugas em minha face
Irá me mostrar a realidade
E que eu envelheça em paz
E apenas descanse
Descanse...

Só Quero Seu Bem


Minha alma é fadigada
Tudo que quero é tê-lá
Por que falar, pra não ser intendido
Sim me calo, se assim lhe causo menas dor

Me deixo de lado
Vivo sua vida
Não por que quero ser bom
Tão puco fazer boas ações

Não lhe vejo como necessidade
E nem quero que chegue a este ponto
Só quero lhe dar meu ombro
Um pouco de carinho, e sei que você merece mais

Eu tenho mais pra lhe dar
Além de compreensão e atenção
Uma boa amizade mostra isto
Do que adiante ter amor e não ter esta base

Palavras não me falta
O que me falta é força pra escrever e dizer
E a determinação de mostrar a mim mesmo
Quem sou e o que eu penso sem medo de sair perdendo

Mas volta a dizer
Me calo, me sucumbo em meu silêncio
Prefiro só, caminheiro como sempre
Do que te fazer sofrer infeliz ao meu lado

Cuidar de Você... Sempre...


Se está triste
Estarei feliz
Se está feliz
Estarei mais ainda

Se fica desanimada
Me animarei
E se, se animar
Ficarei mais ainda

Se chorar
Serei alegre
E se, se alegrar
Ficarei mais ainda

Se, se machucar
Serei seu remédio
E se, se curar
Serei sempre sua cura

Se seu dia estiver nublado
Farei o sol brilhar
E se bilhar
Farei ele não te deixar

Se o lago está frio
O esquentarei
Se esquentado
Não o deixarei congelar

Se cansada estiver
Serei seu descanso
E se, descansada estiver
Serei sua calmaria

Mas seu coração estiver em pedaços
Dolorido sem esperança
Serei apenas seu amigo
E tentarei te mostrar que cada pedacinho que faltares em seu coração ou acrescentar será uma história a ser contada.

E tentarei te mostrar
Que um coração perfeito
Sem cicatrizes
É um coração vazio

Não serei seu porto seguro
Por que proteção de mais
Nos daixa mais inseguro
Mas irei sim cuidar de você... sempre...

Estar!!!


Você diz tudo que quero ouvir
Me domina e me afeiçoa
A seu dominio fico
Sem medo vou me entregar a você

Rasgue minha carne
Devore meu coração
Se lave em minhas lágrimas
Consuma minha alma

Me leve onde for
Que seja em dias claros
Ou em tempestuosos de dor
E jardins da vida mesmo não tenha mais flores

Me prenda, me acorrente
Me arraste em suas mãos
De defame ou me maltrate
Não se esqueça de mim

Que os espinhos firam minhas mãos
As pedras contem meus pés
O sol queime meus olhos
Ou o vento me distancie de você

Vou estar aqui
Ou onde estiver
Apenas te quero
Te levo comigo

Pinte meu caminho
Meu céu, meu mar
Onde quero estar
Apenas quero estar

Frase Do Dia

" Um sábio não usa somente as palavras como arma, mas também atitudes transparentes."


Simples de Coração

Sobre mim:

Minha foto
Varginha, Minas Gerais, Brazil
Deixo aqui minhas experiências errantes. Bem ditas ou não, são fazes e mometos vividos na intencidade de uma vida tão utópica e passageira. Onde sempre temos e somos obrigados que tomar decisões que vão desde seguem nossos pricipios ou não, mas que sempre sejamos sinceros conosco mesmo e não nos julgamos incorretos ou submissos seja qual for a plenitude de nosso amores.

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