Poucas palavras me restam
A dor infunda da minha alma
O sorriso profundo
A substância de minha veias
Incosistência de meus lábios
A lágrimas que ainda rolam
São de tempos utópicos
Fardos jogados a ombros alheios
Tão alfegantes, e solitários
Espamos e abandonados
Florescer em mim
A força que me resta
Reservo a busca de algo maior
Mas constante e verdadeiro
Único e pleno
Me encontrar
Achar a verdade de quem sou
Só me resta amar que não amou
Abraçar que se perdeu
E mostrar a que seja um pouco de um mundo meu
Mundo Meu
Postado por
Simples De Coração
26 de junho de 2010


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